Dívidas precisam ser pagas. Às vezes nos livramos de uma dívida fazendo outra. Estar endividado é um sério problema que precisa ser solucionado o quanto antes. Uma vez livres da dívida, respiramos aliviados e felizes.
O texto bíblico de Colossenses, capítulo 2, versículos 13 e 14 (NTLH), também aborda uma dívida e o seu pagamento: “Deus perdoou todos os nossos pecados e anulou a conta da nossa dívida, com os seus regulamentos que nós éramos obrigados a obedecer. Ele acabou com essa conta, pregando-a na cruz”. Somos informados pela lei de Deus que temos uma grande dívida em aberto com o Senhor. E o termo usado na Palavra de Deus, como sinônimo de dívida, é pecado. A constatação dessa dívida deve realmente tirar o nosso sono, por uma razão muito simples: não temos como saldá-la; e o castigo pelo não pagamento é a eterna separação de Deus. Algumas pessoas procuram saldá-la com suas supostas boas ações; outras, com sacrifícios e auto-flagelação. Mas tudo isso é em vão. Pois o que fazemos não abate um centavo sequer dessa dívida.
Mas o texto que fala da dívida também fala de como se livrar dela. É uma informação muito preciosa. Sabendo o Senhor Deus da nossa impossibilidade em pagar, e não desejando a nossa eterna condenação, resolveu, ele mesmo, encontrar uma solução. E esta é a solução providenciada pelo Senhor, conforme está escrito: “E Deus perdoou todos os nossos pecados e anulou a conta da nossa dívida... Ele acabou com essa conta, pregando-a na cruz”.
Sim, essa é a razão pela qual Deus enviou seu Filho Jesus Cristo ao mundo. Com sua morte na cruz e ressurreição no domingo da Páscoa, saldou nossas dívidas para com o Pai. Por isso, aquele que confia em Cristo, obtém o perdão. Assim, a Palavra de Deus pode afirmar categoricamente: “Quem crer e for batizado será salvo”, ou seja, está perdoado.
Oremos: Agradecemos ao Senhor, pois em Cristo perdoou todos os nossos pecados. Amém.
Pastor Urbano Lehrer
18 abril 2006
17 abril 2006
Tudo para o nosso bem
Não é atitude das mais sábias analisar a vida fixando o olhar em alguns aspectos apenas e isolando-os das demais experiências vividas. O que torna a vida dos cristãos bonita é o todo da sua existência. Uma pintura não é apreciada de forma correta se fixarmos o olhar apenas num dos elementos reproduzidos, mas no conjunto de figuras como um todo.
Assim também, ao analisarmos a vida na companhia de Deus, obteremos uma resposta melhor fundamentada, caso tivermos o cuidado de olhar para o todo. Poderemos então, sem receios, concordar com as palavras do apóstolo Paulo, na sua Carta aos Romanos, capítulo 8, versículo 28 (NTLH): “Todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus”, não importando o momento que estamos vivendo.
O Deus triúno, Pai, Filho e Espírito Santo, dá um belo exemplo de que proceder assim é mais sábio. Ao criar o mundo, o Senhor Deus estabeleceu um conjunto de fatores tão relacionados entre si que, viver nesse local, era viver no paraíso. Quando o ser humano, levado por sua cobiça, caiu em pecado, Deus elaborou e executou um projeto que tornou realidade a salvação humana. A ação de Deus em favor do ser humano caído em pecado só pode ser entendida quando levamos em consideração todos os acontecimentos a ela relacionados, ou seja: o amor de Deus em socorrer o pecador, a encarnação de Jesus Cristo, sua morte na cruz e sua ressurreição.
Vendo esses exemplos descritos na Bíblia, entenderemos que tudo o que nos acontece na vida não é mero acaso ou fatalidade cega, mas fatos cuidadosamente planejados por Deus. Assim, tanto as bênçãos recebidas que nos alegram o coração, como os sofrimentos que carregamos, não devem ser vistos como fatos isolados, mas como um conjunto de ações que visam e trabalham para o bem dos cristãos. Com fé em Cristo, temos vida eterna pela frente. Essa é a nossa alegria e esperança.
Oremos: Obrigado, Senhor, por conduzires a minha vida segundo a tua santa vontade. Amém.
Pastor Urbano Lehrer
Assim também, ao analisarmos a vida na companhia de Deus, obteremos uma resposta melhor fundamentada, caso tivermos o cuidado de olhar para o todo. Poderemos então, sem receios, concordar com as palavras do apóstolo Paulo, na sua Carta aos Romanos, capítulo 8, versículo 28 (NTLH): “Todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus”, não importando o momento que estamos vivendo.
O Deus triúno, Pai, Filho e Espírito Santo, dá um belo exemplo de que proceder assim é mais sábio. Ao criar o mundo, o Senhor Deus estabeleceu um conjunto de fatores tão relacionados entre si que, viver nesse local, era viver no paraíso. Quando o ser humano, levado por sua cobiça, caiu em pecado, Deus elaborou e executou um projeto que tornou realidade a salvação humana. A ação de Deus em favor do ser humano caído em pecado só pode ser entendida quando levamos em consideração todos os acontecimentos a ela relacionados, ou seja: o amor de Deus em socorrer o pecador, a encarnação de Jesus Cristo, sua morte na cruz e sua ressurreição.
Vendo esses exemplos descritos na Bíblia, entenderemos que tudo o que nos acontece na vida não é mero acaso ou fatalidade cega, mas fatos cuidadosamente planejados por Deus. Assim, tanto as bênçãos recebidas que nos alegram o coração, como os sofrimentos que carregamos, não devem ser vistos como fatos isolados, mas como um conjunto de ações que visam e trabalham para o bem dos cristãos. Com fé em Cristo, temos vida eterna pela frente. Essa é a nossa alegria e esperança.
Oremos: Obrigado, Senhor, por conduzires a minha vida segundo a tua santa vontade. Amém.
Pastor Urbano Lehrer
13 abril 2006
Jesus venceu a morte!
O Evangelho de Mateus, capítulo 27, versículos 52 e 53 (NTLH), nos descreve que, quando Jesus morreu, “os túmulos se abriram, e muitas pessoas do povo de Deus que haviam morrido foram ressuscitados e saíram dos túmulos. E, depois da ressurreição de Jesus, entraram em Jerusalém, a Cidade Santa, onde muitos viram essas pessoas”. No momento em que Jesus morreu as sepulturas se abriram! E de quem eram elas? Eram de “muitas pessoas do povo de Deus que haviam morrido”. Os restos mortais de nenhum outro foram postos a descoberto. E, embora as sepulturas tivessem sido abertas no momento da morte de Cristo, os corpos só saíram delas após a ressurreição de Jesus, no terceiro dia.
Que espécie de ressurgimento foi esse? Foram casos de ressurreição no verdadeiro corpo espiritual sem defeito, como se dará no dia do juízo final? Ou tratava-se, como no caso de Lázaro, do corpo simplesmente vivificado?
Certamente, foi essa última hipótese. Seria contraditória a idéia de que as portas da sepultura precisassem ser abertas para que os corpos espirituais saíssem. O corpo espiritual possui propriedades espirituais. Jesus, em seu corpo de ressurreição, entrou no recinto fechado, onde seus discípulos estavam reunidos, sem utilizar qualquer meio de entrada. E, conforme sabemos, o corpo de Jesus ressuscitado é o modelo de todos os verdadeiros corpos de ressurreição de seus fiéis. Portanto, a abertura daqueles túmulos lá no Calvário só se harmoniza com o acontecido com Lázaro. Quando Lázaro foi ressuscitado, foi chamado de volta para seu anterior corpo natural. As ressurreições lá do Calvário foram idênticas: apenas dos corpos naturais, não se tratando da ressurreição final daquelas pessoas.
A morte de Cristo abriu as sepulturas! Isso quer dizer que sua morte destruiu o poder da morte. O poder da morte é o pecado. A morte entrou no mundo pelo pecado e é a penalidade do pecado. Jesus Cristo, que não tinha pecado, morrendo, levou pelo seu povo a penalidade do pecado. Ele foi feito maldição por nós, para que nós fossemos salvos dessa maldição.
Agora não existe mais obstáculo que impeça que cada um pessoalmente seja libertado da morte eterna. A obra redentora está consumada. Nada precisamos acrescentar à obra de Cristo. Ele nos salva através da fé na sua obra salvadora.
Oremos: Jesus, obrigado por teres me libertado da condenação do pecado! Amém.
Pastor Alaor Güths dos Santos

Que espécie de ressurgimento foi esse? Foram casos de ressurreição no verdadeiro corpo espiritual sem defeito, como se dará no dia do juízo final? Ou tratava-se, como no caso de Lázaro, do corpo simplesmente vivificado?
Certamente, foi essa última hipótese. Seria contraditória a idéia de que as portas da sepultura precisassem ser abertas para que os corpos espirituais saíssem. O corpo espiritual possui propriedades espirituais. Jesus, em seu corpo de ressurreição, entrou no recinto fechado, onde seus discípulos estavam reunidos, sem utilizar qualquer meio de entrada. E, conforme sabemos, o corpo de Jesus ressuscitado é o modelo de todos os verdadeiros corpos de ressurreição de seus fiéis. Portanto, a abertura daqueles túmulos lá no Calvário só se harmoniza com o acontecido com Lázaro. Quando Lázaro foi ressuscitado, foi chamado de volta para seu anterior corpo natural. As ressurreições lá do Calvário foram idênticas: apenas dos corpos naturais, não se tratando da ressurreição final daquelas pessoas.
A morte de Cristo abriu as sepulturas! Isso quer dizer que sua morte destruiu o poder da morte. O poder da morte é o pecado. A morte entrou no mundo pelo pecado e é a penalidade do pecado. Jesus Cristo, que não tinha pecado, morrendo, levou pelo seu povo a penalidade do pecado. Ele foi feito maldição por nós, para que nós fossemos salvos dessa maldição.
Agora não existe mais obstáculo que impeça que cada um pessoalmente seja libertado da morte eterna. A obra redentora está consumada. Nada precisamos acrescentar à obra de Cristo. Ele nos salva através da fé na sua obra salvadora.
Oremos: Jesus, obrigado por teres me libertado da condenação do pecado! Amém.
Pastor Alaor Güths dos Santos

12 abril 2006
O tremor da vitória
No Evangelho de Mateus, capítulo 27, no final do versículo 51 (NTLH), o evangelista descreve que “A terra tremeu, e as rochas se partiram”. Esse terremoto também foi um feito sobrenatural que acompanhou a morte de Cristo, tendo seguido o brado de vitória: “Tudo está completado” (Jo 19.30). A própria morte de Cristo foi vitoriosa, e a terra tremeu dando o seu testemunho do poder dessa verdade.
A violência do abalo foi tal que as rochas se partiram e as sepulturas que existiam lá no Gólgota ficaram desobstruídas. Mas, não todas, apenas algumas escolhidas – as do povo de Deus! Esse terremoto só pode ter sido uma coisa sobrenatural, a ponto de saber diferenciar os vários defuntos no Gólgota e ainda indicar o programa que havia de seguir-se, dando conhecimento antecipado da vitória do Salvador em benefício da humanidade pecadora, com a sua ressurreição no terceiro dia.
O terremoto no Calvário foi uma réplica do terremoto do Sinai. Lá no Sinai, Deus deu sua lei verbal a Moisés e a seu povo, pondo em destaque a imensa culpabilidade do pecado. Esse terror foi para que as pessoas pudessem entender quão grande é o fardo do pecado e para que despertasse em seu coração a necessidade profunda de salvação. E assim, “quando chegou o tempo certo, Deus enviou o seu próprio Filho, que veio como filho de mãe humana e viveu debaixo da lei para libertar os que estavam debaixo da lei, a fim de que nós pudéssemos nos tornar filhos de Deus” (Gl 4.4,5). Agora, no Gólgota, estava consumada a obra redentora de Deus em favor da humanidade inteira. Em lugar do som de trombetas da ira de Deus no Sinai, ouve-se o forte grito de vitória do Calvário.
No monte Sinai Deus mostrou a miséria e a ruína do pecador; no monte Calvário Deus restaurou e deu felicidade ao pecador. O Sinai mostrou a voz de Deus para condenar; o Calvário mostrou a voz paternal de Deus trazendo perdão e paz. No Sinai a terra tremeu como que convulsionada pela dor da condenação; no Calvário a terra tremeu como que sacudida pela alegria da redenção.
Demos graças a Deus, porque a ira do Sinai foi silenciada pela misericórdia do Calvário!
Oremos: Oh! Não seja em vão, Senhor, teu sacrifício em nosso favor! Dá-nos sempre a fé. Amém.
Pastor Alaor Güths dos Santos
A violência do abalo foi tal que as rochas se partiram e as sepulturas que existiam lá no Gólgota ficaram desobstruídas. Mas, não todas, apenas algumas escolhidas – as do povo de Deus! Esse terremoto só pode ter sido uma coisa sobrenatural, a ponto de saber diferenciar os vários defuntos no Gólgota e ainda indicar o programa que havia de seguir-se, dando conhecimento antecipado da vitória do Salvador em benefício da humanidade pecadora, com a sua ressurreição no terceiro dia.
O terremoto no Calvário foi uma réplica do terremoto do Sinai. Lá no Sinai, Deus deu sua lei verbal a Moisés e a seu povo, pondo em destaque a imensa culpabilidade do pecado. Esse terror foi para que as pessoas pudessem entender quão grande é o fardo do pecado e para que despertasse em seu coração a necessidade profunda de salvação. E assim, “quando chegou o tempo certo, Deus enviou o seu próprio Filho, que veio como filho de mãe humana e viveu debaixo da lei para libertar os que estavam debaixo da lei, a fim de que nós pudéssemos nos tornar filhos de Deus” (Gl 4.4,5). Agora, no Gólgota, estava consumada a obra redentora de Deus em favor da humanidade inteira. Em lugar do som de trombetas da ira de Deus no Sinai, ouve-se o forte grito de vitória do Calvário.
No monte Sinai Deus mostrou a miséria e a ruína do pecador; no monte Calvário Deus restaurou e deu felicidade ao pecador. O Sinai mostrou a voz de Deus para condenar; o Calvário mostrou a voz paternal de Deus trazendo perdão e paz. No Sinai a terra tremeu como que convulsionada pela dor da condenação; no Calvário a terra tremeu como que sacudida pela alegria da redenção.
Demos graças a Deus, porque a ira do Sinai foi silenciada pela misericórdia do Calvário!
Oremos: Oh! Não seja em vão, Senhor, teu sacrifício em nosso favor! Dá-nos sempre a fé. Amém.
Pastor Alaor Güths dos Santos
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