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09 janeiro 2023

Chocolate no Céu?

Oi, hoje eu, pastor Rafael Fukue, escrevo em primeira pessoa. Vai parecer merchandising, mas não é. Quero contar que minha filha adora comer chocolates do Bib’s num Shopping perto de casa. A atendente até já nos conhece pelo nome. Se você for lá aos sábados na hora do almoço, provavelmente vai ver um japonês comprando três barrinhas de chocolate para uma menininha. Certa vez, ela me perguntou: "Vai ter chocolate no Céu?" Que ideia! Chocolate no céu! Eu respondi: "A Bíblia diz que quando Jesus voltar ele nos levará a um lugar maravilhoso, 10 mil vezes melhor do que podemos imaginar, sem dor, morte ou doença. Acho que Jesus nunca comeu chocolate, mas uma vez transformou água em vinho. Ele gosta de coisa gostosa". Minha filha olhou para seus chocolatinhos e respondeu: “Já sei. Vou levar um chocolate pra ele. Daí ele prova e faz milhares de barraquinhas de Bib' s na Nova Jerusalém”. Eu concordei sorridente e pensei: “Não sei se Jesus vai abrir franquias de Bib's na Nova Jerusalém. Só sei que vai ser muito bom ir para lá com minha filha e participar do belo banquete do qual falou o profeta Isaías (Is 25)”.

Oração: Querido Deus, não sei se haverá chocolate na Nova Jerusalém. Mas, sei que teu amor será eterno. Por tudo isso, te dou graças. Em Jesus. Amém.

Leia em sua Bíblia Isaías 25 – Compartilhe #HoraLuterana

28 dezembro 2022

Nunca mais

“Nunca mais”. Essa expressão ganha vida no poema “O corvo” de Edgar Allan Poe. O corvo antecipa o desfecho de diversos planos humanos: “nunca mais”. Cada limitação permanente parece uma amostra grátis da própria morte. Por exemplo, é horrível “nunca mais” poder comer pizza. É angustiante pensar que o luto significa que “nunca mais” veremos o ente falecido. O corvo nos irrita com seu “nunca mais”, porque faz sentido encarar a vida e a morte como uma progressão do domínio do “nunca mais”. No entanto, o corvo precisa se calar diante do “está consumado” de Jesus (João 19.30). A morte e ressurreição de Cristo nos asseguram de que veremos nossos entes queridos “mais uma vez”. Assim sendo, quando Cristo habita nosso coração, o “nunca mais” do Corvo só faz sentido se for aplicado às coisas ruins: quando Cristo retornar, “nunca mais” haverá choro, nem dor. E a morte “nunca mais” nos afetará (Ap 21.4).

Oração: Bondoso Deus, assim como a corça anseia por águas, como terra seca aguarda a chuva, meu coração tem sede de ti. Sacia-me com o teu amor. Por Jesus. Amém.

Leia em sua Bíblia Apocalipse 21.1-4 – Compartilhe #HoraLuterana