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17 julho 2019

Estranhamento

Apesar de sermos tão parecidos, temos muita dificuldade em tratarmos uns aos outros como próximos, com intimidade e sem medo. No metrô nós nos olhamos, mas desviamos o olhar para não incomodar. No ônibus não conseguimos cumprimentar quem senta no banco ao lado. Na escola há imensas barreiras emocionais, quase intransponíveis, e nos sentimos esquisitos. Com o pecado, é difícil pensar que fomos criados à imagem de Deus. Afinal, perdemos a harmonia com ele, e com os outros. E para construirmos amizades precisamos vencer muitas barreiras dentro de nós: o medo, a malícia, a maldade, a violência, o preconceito, a impaciência, o orgulho. Mas Deus reconstrói relacionamentos. “Pela sua morte na cruz, Cristo destruiu a inimizade que havia entre os dois povos (judeus e não judeus). Por meio da cruz, ele os uniu em um só corpo e os levou de volta para Deus” (Ef 2.16). Ao sermos trazidos por Jesus de volta à amizade com Deus, começamos a reconstruir pontes entre nós e as pessoas. Sob a amizade eterna de Deus, o estranhamento entre nós dá lugar à consciência de somos todos amados pelo Criador da vida.

Oração: Pai, ajuda-me a derrubar as barreiras que não permitem que eu me aproxime das pessoas. Dá-me o teu amor. Em Jesus. Amém.

Leia em sua Bíblia Efésios 2.13-18 – Compartilhe #HoraLuterana